
O voleibol, atualmente dinâmico e exigente sob ponto de vista físico, foi criado em 1895 para ser uma modalidade voltada para indivíduos de meia idade. O objetivo era criar um esporte de menor exigência física do que o basquete, em ascensão na época. Muitos anos se passaram e, assim como o esporte em geral, o voleibol evoluiu muito em vários aspectos aliado a um alto índice de popularidade. No que diz respeito ao alto rendimento a exigência chegou a tamanho refinamento que para ser atleta não basta apenas a vontade de jogar. Soma-se um conjunto de requisitos associados a modernas técnicas de treinamento.
Durante uma partida, um jogador salta de 60 a 80 vezes entre os saques, ataques e bloqueios, podendo chegar a 100 saltos. Por isso, o jogador de vôlei exige da musculatura muito mais do que a capacidade cardiorrespiratória. Porém, mesmo que a modalidade exija bastante da capacidade muscular, o risco de traumas é menor, já que não há contato físico entre os atletas. As lesões mais comuns são contusões de mão, fratura de dedo e lesão do joelho e tornozelo.
Como em toda modalidade esportiva, é necessário alongar e aquecer antes de praticar, além de ter acompanhamento médico para garantir performance e saúde alinhados.
Principais lesões:
Em sua grande maioria, as lesões no voleibol competitivo são causadas por overuse (sobre uso) e overload (sobrecarga). Isto significa que o atleta está ultrapassando seus limites, causando microtraumas em regiões como músculos e tendões, propiciando lesões como tendinites, rupturas de tendões, fraturas por stress etc.